Há 8 anos
segunda-feira, 28 de julho de 2008
TEMPO
Era o tempo da mudança
O tempo da saída
O tempo desses tantos versos.
Era o tempo de ver
O tempo de outra maneira
E eu não sabia
Que era o tempo do coração.
Era o tempo
De cada coisa ao seu tempo.
E nesses tempos eu andava
Sempre curta de tempo
E nunca encontrava tempo em lugar nenhum.
Cabe dizer que é tempo
De resgatar
Os velhos tempos.
Mesmo que não sei mais
Que para dizer
Que de tempo em tempo
Nos convém recordar:
Que todo tempo passado é pior.
O tempo da saída
O tempo desses tantos versos.
Era o tempo de ver
O tempo de outra maneira
E eu não sabia
Que era o tempo do coração.
Era o tempo
De cada coisa ao seu tempo.
E nesses tempos eu andava
Sempre curta de tempo
E nunca encontrava tempo em lugar nenhum.
Cabe dizer que é tempo
De resgatar
Os velhos tempos.
Mesmo que não sei mais
Que para dizer
Que de tempo em tempo
Nos convém recordar:
Que todo tempo passado é pior.
Estava deixando-me estar
Escutando o tempo cair
Nesses relógios de areia.
Olhando um instante partir
E outro chegar
Pensando em você
Teu amor que vem e que vai
Seguindo as estações.
Teu amor que é causa e efeito dos meus versos
A vida cabe em cada respirar
Em cada abrir e fechar
Trata-se de distinguir
O que vale e o que não vale a pena.
E a mim vale com que me dê
Pouco mais que nada
A mim me basta com tuas miradas.
Escutando o tempo cair
Nesses relógios de areia.
Olhando um instante partir
E outro chegar
Pensando em você
Teu amor que vem e que vai
Seguindo as estações.
Teu amor que é causa e efeito dos meus versos
A vida cabe em cada respirar
Em cada abrir e fechar
Trata-se de distinguir
O que vale e o que não vale a pena.
E a mim vale com que me dê
Pouco mais que nada
A mim me basta com tuas miradas.
Intuo apenas algo em relação a você
E tudo o demais
Está na sombra do meu pensamento.
Te olho e penso
Te olho e digo:
“Quem dera fosses
De onde haverá saído?”
Eu quero você todo
E tenho muito claro
Que não vou te entender
Mas que em parte
Me importa muito mais
Te ver vibrar assim,
do que te decifrar.
Te vejo e quero
Que você me veja
Seja lá quem sejas
Quem quer que sejas.
Tão pouco tua
Que agora sou eu
E nunca fui
Tão de ninguém.
E tudo o demais
Está na sombra do meu pensamento.
Te olho e penso
Te olho e digo:
“Quem dera fosses
De onde haverá saído?”
Eu quero você todo
E tenho muito claro
Que não vou te entender
Mas que em parte
Me importa muito mais
Te ver vibrar assim,
do que te decifrar.
Te vejo e quero
Que você me veja
Seja lá quem sejas
Quem quer que sejas.
Tão pouco tua
Que agora sou eu
E nunca fui
Tão de ninguém.
segunda-feira, 23 de junho de 2008
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